da Folha Online
da Folha de S.Paulo
Os relógios deverão ser adiantados uma hora à meia-noite deste sábado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A medida ficará em vigor até a 0h do dia 15 de fevereiro de 2009.
Essa é a 38ª vez que a medida é implantada no país. A mudança afeta os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
A previsão para este ano é de uma redução de 4% a 5% na demanda no horário de pico. Isso geraria uma economia de 2,3 mil MW, o que equivale ao consumo de uma cidade de 6,5 milhões de habitantes.
No ano passado, o horário de verão foi responsável por uma economia imediata de cerca de R$ 10 milhões, valor bem inferior aos R$ 50 milhões poupados em 2006.
A menor economia foi resultado do baixo índice de chuvas de 2007, que levou o governo a colocar em funcionamento mais usinas termoelétricas para garantir o fornecimento de eletricidade. Para esta edição, o governo ainda não calculou quanto irá economizar.
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Os relógios deverão ser adiantados uma hora à meia-noite deste sábado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A medida ficará em vigor até a 0h do dia 15 de fevereiro de 2009.
Essa é a 38ª vez que a medida é implantada no país. A mudança afeta os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
A previsão para este ano é de uma redução de 4% a 5% na demanda no horário de pico. Isso geraria uma economia de 2,3 mil MW, o que equivale ao consumo de uma cidade de 6,5 milhões de habitantes.
No ano passado, o horário de verão foi responsável por uma economia imediata de cerca de R$ 10 milhões, valor bem inferior aos R$ 50 milhões poupados em 2006.
A menor economia foi resultado do baixo índice de chuvas de 2007, que levou o governo a colocar em funcionamento mais usinas termoelétricas para garantir o fornecimento de eletricidade. Para esta edição, o governo ainda não calculou quanto irá economizar.

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